Por Ana Balardim

Educação ambiental rural na Serra de Dona Francisca/Joiville-SC

A Constituição Federal consagra o Meio Ambiente ecologicamente equilibrado como um direito do cidadão, estabelecendo vínculo entre qualidade ambiental e cidadania.

Poucos sabem que a Constituição Federal determina como ao Poder Público à promoção da Educação Ambiental em todos os níveis de ensino.

Para a educação foi dada a incumbência de ser o agente de mudanças desejáveis na sociedade, e a ela se cabe as educações: sexual, antidroga, do trânsito, da saúde, higiene, ambiental e outros. Dentre elas, nenhuma tem um apelo tão grande quanto à Educação Ambiental, pois pela sua própria natureza integradora, atinge várias áreas, e também desencadeia um efeito muitíssimo devastador quando falha no seu objetivo de desenvolvimento da sociedade, em relação à problemática ambiental e aos seus aspectos socioculturais, econômicos, políticos, científicos, tecnológicos, ecológicos e éticos.

Existe hoje certa confusão conceitual, não só no que diz respeito ao ensino de ecologia e da Educação Ambiental, bem como no que se refere ao profissional da ecologia – ecólogo – e ao militante político – ecologista. Isto ocorre, ainda, em relação ao termo meio ambiente que, por sua vez, nos remete à Educação Ambiental.

A chave para o desenvolvimento é a participação, a organização, a educação e o fortalecimento das pessoas. O desenvolvimento sustentável não é centrado na produção, e sim nas pessoas. Deve ser apropriado não só aos recursos e ao meio ambiente, mas também à cultura, história e sistemas sociais do local onde ele ocorre.

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Por Ana Balardim

Em cinco de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Por isso, o Übersite preparou novidades especiais. Está no ar o Hotsite do Mês do Meio Ambiente, apresentando um vídeo exclusivo da Gisele, transmitindo uma mensagem de conscientização ambiental, e outro estrelado por crianças que ensinam lições para preservar o meio ambiente.

A Equipe do site também conversou com o presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Roberto Messias Franco, sobre animais em extinção, crimes ambientais, preservação da natureza, entre outros. A entrevista completa está no Blog da Gisele. Tudo isso e muito mais para reforçar a importância da preservação do meio ambiente.

Por Ana Balardim

Sub-sede em Cuiabá, sendo preparada para a Copa de 2014

Este mês a Câmara Temática de Meio Ambiente começou oficialmente os trabalhos para a Copa do Mundo de 2014.  A cidade de Brasília foi uma das sede de oficinas, onde teve a presença de representantes de estados, do BNDES, do Ministério das Cidades, entre outros. O objetivo desta oficina foi formar um grupo, composto por líderes das cidades e dos municípios que vão receber o Mundial, além de potencializar resultados, padronizar procedimentos e encontrar ações mais racionais, que possam ser usadas por todos. Ao todo, serão nove câmaras com ações em diferentes setores.

Na ocasião da oficina, o coordenador da Câmara Temática do Meio Ambiente, Claudio Langone, explicou que a intenção é a de não repetir erros do passado, referindo-se aos Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007.

O governo brasileiro teve grandes lições com o Pan. E muitas dessas ações que vamos realizar agora serão preventivas. O Ministério Público não faz questão de interromper projetos, então, se pudermos debater isso antes e garantir os resultados de sustentabilidade, será muito bom disse.

É necessário haver dedicação para encontrarmos soluções adequadas, principalmente porque as obras devem melhorar a qualidade de vida nas cidades. Muitas delas trarão grandes ganhos ambientais, como as que envolvem transportes coletivos menos poluentes. Talvez as reformas de aeroportos sejam as mais complicadas porque as extensões de pistas, por exemplo, podem comprometer áreas com cobertura vegetal ou comunidades. Mas os ganhos serão muito significativos e é nisso que temos de pensar concluiu.

Por Ana Balardim:

Se você pensa que o assunto “desmatamento ambiental” é um fenômeno da natureza, causado tão-somente por ela, está completamente enganado.     O principal responsável pelo desaparecimento das florestas é o homem, que comete este crime contra a natureza, a fim de obter solo usado em cultivo agrícola e extração de madeira.

A consequência deste estrago é o aquecimento global, que atinge a todos, implicando um constante desaparecimento do gás carbônico. Isso reduz a capacidade que o meio ambiente tem de se proteger contra o efeito estufa agravando ainda a mais o problema do aquecimento global.

Por outro lado, grupos de cidadãos conscientes movem montanhas para reverter este quadro dramático. Existem hoje no Brasil movimentos sociais como Amazônia Legal, Campanha Amazônia do Greenpeace, Ações do Ministério Público do Pará – com o Plano de Ação para Prevenção e Combate do Desmatamento da Amazônia, entre outras.

“Graças à pressão da sociedade civil, conseguimos barrar mudanças perversas no Código Florestal que aumentariam o desmatamento. Mas essa ameaça continua viva. Vamos continuar vigilantes para que a tendência de queda seja consolidada e permita transformar em realidade o sonho do desmatamento zero na Amazôni”.

(Declaração de Paulo Adario, diretor da Campanha Amazônia. Nov/2009)

Incêndio na Rua dos Andradas, centro do Rio de Janeiro – Abril/2009

Por Ana Balardim:

1 – ALARME: Ao ouvir o alarme, saia imediatamente do prédio.  Procure avisar vizinhos e sempre mantenha a calma.

2 – ELEVADOR: Nunca utilize o elevador em caso de incêndio. Havendo queda de energia, você poderá ficar preso. Opte pelas escadas.

3 – PORTA CORTA-FOGO: Devem sempre ser mantidas fechadas para evitar a entrada de fumaça nas escadas.

4 – REGISTRO DE CORTE DE GÁS: Feche o registro junto ao fogão ou no abrigo de medidores localizado nos corredores.

5 – FUMAÇA: Se o ambiente estiver tomado pela fumaça, saia rastejando junto ao piso. Não se esqueça de respirar.

6 – BLOQUEIO PELO FOGO: Quando não for possível a fuga, mantenha a porta fechada, umedecida e vedada com toalhas. Procure sinalizar onde você está.

7 – EXTINTORES: Utilize no combate a princípios de incêndios. Encontram-se nos corredores dos prédios, salas comerciais e outros.

8 – HIDRANTES: Utilize para combater incêndios. Mas lembre-se: somente com a luz desligada.

9 – LOCAIS EM CHAMAS: Se estiver preso numa sala com muita fumaça, peça socorro pela janela, livrando-se de tudo o que possa queimar facilmente.

10 – SOCORRO: Não corra. Deite, role e/ou abafe com cobertores.

Cartaz ilustrativo da Campanha “Saco é um Saco”

Por Ana Balardim:

A Campanha “Saco é um Saco” é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente que pretende chamar a atenção dos cidadãos para o impacto ambiental causado pelo ato de utilizar sacos e sacolas plásticas (produzidos a partir do petróleo ou gás natural, dois tipos de recursos não-renováveis).

Neste mês, haverá um novo debate sobre os avanços e as dificuldades de implantar a lei que visa acabar com as sacolas plásticas no país. Marilene Ramos, Secretária Estadual do Meio Ambiente, se reunirá no mês de maio com representantes da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, mostrando que desde o início da campanha (julho/2009) 600 milhões de sacolas plásticas deixaram de ser usadas.

  • Depois de extraído, o petróleo passa pelo refino, que consome água e energia e emite gases de efeito estufa e efluentes.

Por Ana Balardim:

Este mês, o Governo assina com a Rede Elétrica Nacional (REN) contrato de concessão para a zona-piloto, área onde serão testadas novas tecnologias de energia, garante Carlos Zorrinho, secretário de Estado da Energia. O objetivo é aumentar para 60% o consumo das renováveis. O Governo pretende aumentar até 2020 a eletricidade produzida a partir de fontes renováveis.

A nossa aposta na energia das ondas é muito grande. Os projetos estão ainda em fase pré-comercial.” (Carlos Zorrinho – Secretário do Estado de Energia)

Quanto à energia limpa, Zorrinho rejeita a ideia de que elas contribuem para o aumento do déficit tarifário (gerado quando os preços cobrados ao consumidor não cobrem os custos de produção).

Por Ana Balardim:

O Rio de Janeiro é um pólo de lugares paradisíacos para a prática de trilhas.  Qualquer pessoa pode participar e existem empresas que organizam toda estrutura destas atividades, oferecendo passeios guiados por profissionais especializados e todo um aparato de segurança que garantirá um momento único e inesquecível.

A empresa Trilhas RJ é um exemplo das empresas que proporcionam esta experiência, seja aos adeptos a desbravar a natureza ou àqueles que nunca passaram por esta vivência. Uma de suas metas é incentivar e conscientizar a interação do homem com a natureza, mostrando sempre que um depende do outro. Eles implantaram um projeto de conscientização chamado Trilha Limpa, que propõe aos responsáveis por aquela atividade ou voluntários o recolhimento de lixo no meio do caminho, deixando assim aquele ambiente intacto para que outros possam desfrutá-lo.

Ainda temos que trabalhar muito a conscientização na mente das pessoas. Encontramos muito lixo no meio das trilhas e nas cachoeiras. O projeto Trilha Limpa vem coletando diversos detritos, como latas, sacolas plásticas, garrafas e outros. É mais agradável poder desfrutar da natureza em um ambiente sem qualquer tipo de resíduo, e assim estamos fazendo a nossa parte em preservar o patrimônio natural”. (Fábio Vasques – Trilhas RJ)

Por Ana Balardim:

Entre os impactos causados à natureza, os edifícios são os principais responsáveis, pois consomem boa parte de energia e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima.

O projeto de arquitetura sustentável visa construir edifícios que causem menor impacto ambiental e maior ganho social, sendo viável economicamente. Existem muitos materiais e tecnologias que podem ser usadas em projetos de arquitetura sustentável, deixando inclusive a construção ainda mais bonita.

Um projeto de arquitetura sustentável deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. Para garantir a sustentabilidade, deve-se saber como funcionará a rotina de cada morador. Além de ecologicamente correta, a construção pode desfrutar de um ambiente repleto e beleza natural.

Por Ana Balardim:

Uma das alternativas para o tratamento do lixo urbano é a reciclagem, que também contribui para a conservação do meio ambiente. Esta técnica trata o lixo como matéria-prima, aproveitando-o para fazer novos produtos.  Todos se beneficiam com a redução da quantidade de lixo enviada para aterros sanitários, a diminuição da extração de recursos naturais, a melhoria da limpeza da cidade e o aumento da conscientização dos cidadãos a respeito do destino do lixo.

Existem diversas tecnologias disponíveis para a reciclagem de embalagens. A transformação das fibras e do plástico/alumínio que compõem a embalagem começa nas fábricas de papel, em um equipamento chamado hidrapulper, semelhante a um liquidificador gigante.

O material é agitado com água e sem uso de produtos químicos. As fibras são hidratadas e separadas do plástico/alumínio. Em seguida, essas fibras são lavadas e purificadas e podem ser usadas para a produção de papel utilizado na confecção de caixas de papelão ou na produção de material gráfico.

O material composto de plástico/alumínio é destinado para fábricas de processamento de plásticos, onde é usado para produzir peças como cabos de pá, vassouras, coletores e outros.

Estatísticas sobre reciclagem no Brasil podem ser encontradas no link www.abre.org.br/meio_reci_brasil.php